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Setor de óleo e gás sofre com divergência nos planos de candidatos à presidência

No dia 28 de outubro, quando se realizar o segundo turno da eleição presidencial, será decidido nas urnas o rumo do setor de óleo e gás no Brasil.

 

No dia 28 de outubro, quando se realizar o segundo turno da eleição presidencial, será decidido nas urnas o rumo do setor de óleo e gás no Brasil. As propostas dos candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) divergem. Bolsonaro, segundo especialistas, apostará em programas mais liberais, e Haddad focará em um modelo estatizante. Ambos descartam a privatização.

Com foco no setor de óleo e gás, a Locar – Guindastes e Transportes Intermodais investiu, em 2013, R$ 150 milhões no desenvolvimento da Locar Pipe, embarcação concebida para ajudar na instalação dutos submarinos em águas com até 100 metros de profundidade.

Recentemente, a Locar Pipe está sendo utilizada na construção de uma termoelétrica em Sergipe, uma operação que durará cerca de 90 dias e envolveu diversos profissionais, gerando mais de 150 empregos. A embarcação, que também pode ser utilizada como flotel (hotel flutuante, em tradução livre), percorreu toda a costa brasileira até chegar em Aracaju, Sergipe.

A Locar Pipe é, dentro da área de infraestrutura e transportes intermodais, o maior investimento da empresa já feito em um único equipamento. "É a primeira balsa lançadora de dutos em águas rasas inteiramente construída no Brasil. Uma balsa gigante, com 87,5 metros de comprimento, 30 de largura e 6 de profundidade, com potencial para obras gigantescas em alto mar", explica José Henrique Bravo Alves, vice-presidente da Locar.

A empresa enxergou na diversificação de seus serviços uma alternativa para driblar a crise que atingiu o setor e ampliou seus serviços, podendo, desde 2014, atuar em qualquer obra ou serviço que exija movimentação de carga ou de pessoas (em terra ou mar), ou que inclua desde pinturas de prédios até projetos em setores como óleo e gás.

A Locar é uma empresa que defende, assim como os candidatos à presidência, o investimento em produtos e serviços 100% brasileiros, já que tem condições para executar grandes obras em solo nacional e internacional. "Passar por momentos difíceis é muito importante, até mesmo para que os negócios sejam duradouros. Vamos, assim com as lições aprendidas nos reerguer", diz Marina Simões, gerente executiva da Locar.

A companhia acredita na retomada do setor e já tem no radar participar de diversas licitações. De acordo com Bravo, o transporte e içamento, contratados recentemente pela empresa Liquide Air Brasil, são exemplos de que já podemos ver uma sutil retomada no mercado, após anos de retração. "Precisamos ser otimistas, pois as consultas por serviços começam a voltar e a movimentar fornecedores do setor de infraestrutura, tanto no Brasil como no exterior", salienta Bravo.

Esse reaquecimento, embora gradual, deverá impulsionar novos investimentos na empresa e, assim, viabilizar os projetos de ampliação freados devido à crise. A demanda por equipamentos e serviços já é sentida por quem trabalha com construção e infraestrutura. A Locar acredita que o Brasil, por ser um país novo, tem muito a edificar, por meio de empreendimentos de grande porte e geradores de emprego, renda e desenvolvimento.


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Autor: Blog da Usinagem

Data de Publicação: 18/10/2018

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