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Feedback do Rental no Brasil – entrevista com o presidente da ANALOC

Em entrevista ao Portal do Locador Reynaldo Fraiha, revela que as Locadoras de todas as regiões do Brasil estão passando pelos mesmos problemas e alerta para adequação das locadoras às novas características do mercado.

 

Em entrevista ao Portal do Locador Reynaldo Fraiha, revela que as Locadoras de todas as regiões do Brasil estão passando pelos mesmos problemas e alerta para adequação das locadoras às novas características do mercado.

 

Temos que nos adequar ao mercado atual. Trabalhar sempre pensando em manter uma rentabilidade que nos permita ter nossa frota em condições de segurança e estarmos prontos para uma retomada do mercado”, argumenta o Presidente da ANALOC, Reynaldo Fraiha sobre a como o nicho deve se posicionar diante da crise.

 

A Associação Brasileira dos Sindicatos e Associações Representantes dos Locadores de Máquinas, Equipamentos e ferramentas (Analoc), visa o crescimento e valorização do segmento de aluguel de equipamentos para construção, através das entidades filiadas, incentivando o uso dos equipamentos como forma produtiva e segura, respeitando o consumidor, a qualidade, as normas e o meio ambiente, é uma organização associativa civil sem fins lucrativos.

 

Quando o assunto é crise econômica, os interesses são comuns, as dúvidas também. No setor de Rental a situação é semelhante, para todas as locadoras, segundo a Analoc. Diminuição de demanda, pátio ocioso, regressão de capital, problemas com inadimplência, são diversos os indicadores de que o segmento precisa se preparar para uma retomada da economia e ver a crise não mais com receio mas como uma possibilidade.

 

Não se trata mais de indagar se a crise econômica irá acontecer ou não em 2016, como previsto pelo vice-presidente da Sobratema Eurimilson Daniel na IV Loc Nordeste, “Quando nós investimos, investimos em um projeto chamado Brasil, e se esse projeto não vai bem, o setor também não vai bem”, argumenta, no evento realizado em 2015. O cenário de 2016, é considerado mais preocupante que o de 2015. De acordo com especialistas para amenizar a situação precisaria existir algum movimento que incentive uma consciência de que o Brasil, não pode ficar nesse estado de decadência.

A questão agora é saber qual será o tamanho do impacto da crise econômica de 2016 para os Locadores de Máquinas e Equipamentos, e de que forma melhorar as finanças dos envolvidos.

 

Confira a entrevista com o Presidente da ANALOC, Reynaldo Fraiha.

 

Portal do Locador– Já possui uma média de crescimento ou diminuição do faturamento das locadoras? Qual o percentual?

 

Reynaldo FraiahaO mercado de locação de máquinas e equipamentos teve em seu segmento da linha pesada um retrocesso ao mercado de 2010. Dentro da linha leve voltada para o varejo a retração foi em nível muito baixo.

 

PdL– Sobre as perspectivas e dificuldades e então as expectativas para 2016, comente a situação na sua percepção…

 

R.F –Somos um mercado que depende de obras para andar. Na área de infraestrutura, vemos uma paralisia do governo, tanto em nível municipal e estadual quanto federal em novos projetos, e em fazer andar os já iniciados. A área imobiliária sofre com a falta de crédito e com o desemprego, que faz com que as unidades que estão sendo entregues sejam devolvidas, gerando um nível de estoque que impede novos lançamentos. Aguardamos que as obras voltem a andar e as concessões saíam do papel.

 

 PdL – Há algum evento que será organizado pela entidade, especificamente para o Rental em 2016? Alguma campanha especial/luta para 2016?

 

R.FA Analoc está buscando criar padrões nacionais para o setor. Realizamos uma reunião nacional em Belo Horizonte com o objetivo de debater as ações que serão postas em prática para apoiar as empresas locadoras. Em junho deste ano, durante a M&T, estaremos realizando o Seminário de Valorização do Rental, com a participação de empresários do setor para discutir os rumos da categoria. 

 

PdL– Sabemos que a crise afeta empresas em níveis diferentes. Empresas que possuíam obras ligadas a infraestrutura tiveram crescimento muito baixo ou não cresceram, mas houve segmentos que mesmo com a crise, tiveram crescimento como é o caso do mercado de geradores. Que outros setores conseguiram fugir da crise? Em termos de percentuais poderia exemplificar?

 

R.FComo foi falado anteriormente, nosso mercado na área de infraestrutura e obras pesadas recuou a níveis de 2010. O setor de geradores não está diferente do restante em nível nacional. O rental de máquinas leves voltadas ao varejo foi o que em 2015 menos sentiu. Em contrate com as indústrias de máquinas leves, que teve retração pesada no mesmo ano.

 

PdL– Da mesma forma existem regiões do País que sofreram mais e outras menos, as empresas que sua associação representa conseguiram ter índices melhores como em outros estados do País (Ex: Sudeste)?

 

R.FA Analoc representa todas as entidades representativas do setor no Brasil. Nos relatos dessas entidades não vemos diferença significativa entre as regiões. Todas estão passando pelos mesmos problemas.

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Matéria no NoticiadorWeb: Feedback do Rental no Brasil – entrevista com o presidente da ANALOC

Autor: InformAr Condicionado

Data de Publicação: 03/03/2016

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